MORTE A ROSA
Morte a rosa
e o exílio em teu domínio
e se amo teu espinho
não suporto teu frescor
cego a tua beleza
é árido o olhar
Morte a rosa
e a delicia
que desfaz a cólera
do espírito sem amor
Suaviza dor da solidão
e enfraquece a tristeza
Morte a rosa
se desfaz ao frio
seca, descolori, morri
Morte a rosa
agoniza ao sol
magoa e murcha
desencanta, míngua
me faz amar
e vive só
Morte... a rosa
Por Stanley Kennedy Garcia
Dedicada a Isabela Veglieri
2:15 da manhã
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