(...) Linda...!

(...) Linda...! 
Insistiria até a fim da eternidade,
mesmo que me maltrate...! 
Na relva da noite profana
fiz do seu peito a minha cama,
coberto pelas constelações
e às vezes velar seu sono
e seus sonhos;
toquei os lábios no seu cansaço.
Mostrei-te para tudo com um fascínio.
Abracei-te como a silhueta das bailarinas... 
Delicada e única como uma porcelana rara, 
espero você lá fim do arco-íris. É você!

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